Cultura & Lazer

New York Times elege hino do Brasil como o mais bonito da Copa

Jornal americano destacou a introdução orquestral de 28 segundos e colocou a Inglaterra na última posição da avaliação

O hino nacional do Brasil foi eleito o mais bonito entre os países da Copa do Mundo pelo jornal norte-americano The New York Times, que dedicou atenção especial à introdução orquestral de 28 segundos da peça.

A avaliação repercutiu entre torcedores e amantes da música brasileira. A publicação tratou o hino como uma composição de fôlego, capaz de mobilizar arquibancadas inteiras nos minutos que antecedem cada partida.

No mesmo levantamento, a Inglaterra ficou na última colocação. O contraste entre o primeiro e o último lugar virou assunto nas redes sociais e em rodas de conversa sobre a competição.

A abertura instrumental citada pelo jornal é justamente o trecho que costuma ser executado nos estádios antes da entrada das equipes, quando a torcida acompanha em voz alta a melodia.

A história por trás da composição

O Hino Nacional Brasileiro tem música de Francisco Manuel da Silva e letra de Joaquim Osório Duque-Estrada, oficializada em 1922. A melodia, porém, é bem mais antiga e já era conhecida no século 19, antes mesmo de receber o texto definitivo que hoje é cantado nos estádios e nas escolas.

A peça tem estrutura erudita, com andamento marcado e variações que exigem fôlego de quem canta. Não por acaso, a introdução instrumental ganha destaque internacional: ela prepara o ouvinte para a melodia principal e cria o clima de expectativa típico dos grandes eventos esportivos.

Em Copas do Mundo, a execução dos hinos virou um ritual à parte. As emissoras transmitem o momento ao vivo, as câmeras passam rosto a rosto pelos jogadores e a torcida costuma assumir o canto quando a versão instrumental termina, dispensando o acompanhamento da banda.

Símbolo nacional ganha vitrine internacional

O hino brasileiro carrega forte valor simbólico e aparece em momentos cívicos, escolares e esportivos. A escolha feita pela imprensa estrangeira reforça o reconhecimento da peça para além das fronteiras do país.

O resultado também alimenta o orgulho da torcida em um período de Copa, quando os símbolos nacionais ganham ainda mais visibilidade dentro e fora de campo. Para muitos, o hino é a parte mais emocionante do pré-jogo, mais até do que o apito inicial.

Vale lembrar que avaliações como essa são, por natureza, subjetivas. O gosto musical varia de redação para redação e de ouvinte para ouvinte, e a posição da Inglaterra na lista reflete a opinião dos jornalistas envolvidos, não um critério técnico fechado.

  • Hino do Brasil: primeiro lugar na avaliação
  • Destaque: introdução orquestral de 28 segundos
  • Inglaterra: última colocação no levantamento
  • Contexto: música de Francisco Manuel da Silva e letra de Duque-Estrada

A repercussão da avaliação mostra como a música ligada ao futebol continua a render debate entre torcedores. O reconhecimento de um veículo do peso do New York Times ajuda a colocar um elemento da cultura brasileira em evidência junto ao público estrangeiro, que nem sempre conhece a tradição por trás do que ouve antes das partidas. Veja mais sobre cultura e variedades no DistritoNews.

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