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PSB oficializa Alckmin como candidato a vice na chapa de Lula

Convenção nacional do partido foi realizada em Brasília na quarta-feira; PT confirma Lula em convenção marcada para domingo

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) oficializou na noite de quarta-feira, 29 de julho, em convenção nacional realizada em Brasília, a candidatura do vice-presidente Geraldo Alckmin à reeleição na chapa encabeçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão repete o arranjo de 2022, quando os dois foram eleitos juntos.

Com o resultado, o PSB se tornou o segundo partido a formalizar em convenção nacional o apoio à chapa presidencial do petista. A convenção do PT, que oficializa a candidatura de Lula à reeleição, está marcada para domingo, 2 de agosto, também na capital federal.

Alckmin se filiou ao PSB em março de 2022, depois de deixar o PSDB, partido pelo qual governou São Paulo e disputou a Presidência em 2006. A aliança com o PT foi costurada ainda naquele ano e sobreviveu ao primeiro mandato da atual gestão.

Calendário eleitoral aperta o passo

As convenções partidárias correm dentro do prazo legal que antecede o registro de candidaturas na Justiça Eleitoral. É nessa janela que os partidos definem candidatos, coligações para os cargos majoritários e federações, decisões que fecham o desenho das disputas estaduais e nacional.

Brasília concentra boa parte dessas reuniões porque abriga as sedes nacionais das legendas. Para o eleitor do DF, o efeito prático aparece no calendário local: as convenções distritais definem quem disputa o Buriti, as duas vagas ao Senado e as 24 cadeiras da Câmara Legislativa.

O que vem depois da convenção

Oficializar o nome em convenção não conclui o processo. O partido ainda precisa registrar a candidatura no Tribunal Superior Eleitoral, que analisa documentação, prestação de contas e eventuais impugnações antes de liberar a disputa. Só depois do registro o candidato pode fazer campanha nos termos previstos na legislação.

Até lá, valem as regras de pré-campanha, que proíbem pedido explícito de voto e limitam o uso da estrutura pública. Veja também as condutas vedadas a agentes públicos em ano eleitoral.

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