Política

MPDFT acompanhou a lacração de 6.969 urnas no DF; segundo turno é domingo, 25

Promotores acompanharam a carga das urnas no TRE-DF. Nenhum local de votação mudou no 2º turno, domingo, 25 de outubro.

Neste texto3 tópicos
  1. Nenhum local de votação mudou
  2. O que acontece na carga e na lacração
  3. Fiscalização no domingo

Promotores eleitorais do Distrito Federal acompanharam, entre 14 e 21 de outubro, a preparação, a carga e a lacração das urnas eletrônicas do segundo turno das Eleições Gerais de 2026, no Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF). A votação é no domingo, 25 de outubro, segundo nota do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) divulgada na quarta-feira, 21.

Serão usadas 6.969 urnas no DF, além de 546 de contingência, reservadas para eventuais substituições. Somadas, são 7.515 máquinas à disposição da Justiça Eleitoral. No sábado, 24, os equipamentos seguem para os locais de votação.

Nenhum local de votação mudou

De acordo com o TRE-DF, citado na nota do MPDFT, nenhum local de votação do DF foi alterado para o segundo turno. O eleitor deve ir à mesma seção do primeiro turno, realizado em 4 de outubro.

Na prática, quem votou no dia 4 só precisa repetir o trajeto. Quem faltou ao primeiro turno também pode votar no segundo, segundo a cobertura integrada do Senado.

O que acontece na carga e na lacração

Nessa etapa, as urnas recebem os dados da votação: candidaturas, partidos, coligações, federações, eleitorado e seções eleitorais. Antes do lacre, os técnicos conferem a inserção dos dados, o funcionamento da impressora e a alimentação de papel. As cerimônias ocorreram em todas as zonas eleitorais, conforme edital do TRE-DF, em eventos abertos ao público.

A presença do Ministério Público Eleitoral é exigida pelas normas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Elas mandam convocar também os partidos políticos e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para fiscalizar todas as fases da votação e da apuração. A Resolução TSE 23.751, de 26 de fevereiro de 2026, regula os procedimentos de preparação, teste e lacração das urnas de votação e de contingência.

A promotora de Justiça Isabella Chaves, coordenadora das Promotorias de Justiça Eleitorais do DF, afirmou que a participação do MPDFT nas cerimônias garante transparência. "Nosso papel é fiscalizar cada procedimento, assegurar que não haja qualquer tipo de violação dos equipamentos e, com isso, proteger aquilo que é mais valioso em uma eleição: a vontade do eleitor e a própria democracia", disse.

Fiscalização no domingo

No dia da votação, o MPDFT vai receber denúncias e fiscalizar a regularidade dos trabalhos nas seções. O órgão avaliou o primeiro turno no DF como seguro e tranquilo.

Quem vai votar também deve saber das regras sobre prisão de eleitores nos dias que cercam a eleição, que o DistritoNews explicou em matéria sobre o artigo 236 do Código Eleitoral. A nota do MPDFT está na sala de imprensa do órgão.