Cidades

GDF faz ação de acolhimento a pessoas em situação de rua em Ceilândia e no Plano Piloto

Operação da Casa Civil começa às 9h de terça (3) em cinco endereços e inclui auxílio excepcional de R$ 600

Neste texto3 tópicos
  1. Onde a ação acontece
  2. O que o GDF oferece
  3. Série de ações desde 28 de outubro

O Governo do Distrito Federal (GDF) faz nesta terça-feira (3), a partir das 9h, uma ação de acolhimento a pessoas em situação de rua instaladas em cinco endereços de Ceilândia e do Plano Piloto. A operação é coordenada pela Casa Civil, segundo nota da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) publicada em 29 de outubro.

Participam as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Saúde (SES-DF), Educação (SEEDF), Segurança Pública (SSP-DF), Justiça e Cidadania (Sejus-DF), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) e a própria DF Legal. Também entram o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.

Onde a ação acontece

Em Ceilândia, o ponto é a extensão da avenida Elmo Serejo, o Viaduto das Artes e as proximidades. No Plano Piloto, são quatro: a SCS Quadra 5, a SCS Quadra 5 na altura da Galeria Nova Ouvidor, a SCS Quadra 3 e as SCS quadras 1, 2, 4 e 6.

Durante a semana, as secretarias fizeram abordagens sociais e atendimentos prévios nesses locais para mapear quem seria atendido e quais as demandas de cada pessoa.

O que o GDF oferece

Quem for abordado recebe a oferta de serviços de saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e sobre benefícios como o deslocamento interestadual. Para quem não tem como pagar aluguel, o governo prevê um auxílio excepcional de R$ 600. Há também vagas em abrigos, cursos de qualificação como o RenovaDF e cadastro para unidades habitacionais.

Depois do atendimento, a DF Legal desmonta as estruturas montadas pelas pessoas e transporta os pertences ao local que o ocupante indicar. Em último caso, os objetos vão para o depósito da secretaria, no SIA Trecho 4, lotes 1380 e 1420, onde podem ser retirados em até 60 dias, sem custo.

Série de ações desde 28 de outubro

É a continuação de uma série. A DF Legal anunciou ações no Guará e no Plano Piloto em 28 e 29 de outubro, com a mesma estrutura de oferta de serviços e desmonte posterior. Na quinta (29), o roteiro tinha 17 endereços entre as duas regiões, segundo a nota daquele dia.

O trabalho ocorre enquanto o Comitê Gestor de Acolhimento Humanizado e Atenção Integral à População em Situação de Rua, que reúne 16 áreas do governo, fez a primeira reunião em 29 de outubro e aprovou suas regras internas. O modelo de cuidado criado pela Lei 7.923/26 define o acolhimento como voluntário. Em abril, uma ação em 20 endereços do Plano Piloto também teve a Casa Civil na coordenação.

A nota da DF Legal não informa quantas pessoas vivem em cada um dos cinco pontos nem quantas devem ser atendidas.